Tuesday, June 27, 2006

coisa (mesmo) parva (, espero).

Sempre. As conversas contigo trazem-me o aperto da possibilidade. O nó. O pensamento que pode ser comigo. Que não é preciso aquilo pelo qual ambas vamos passar para tal acontecer. Ver-me na situação. Na impotência. Pensar no perder aquele tudo que falaste. Tudo esse pelo qual (ainda) não passei. Sorrir com a possibilidade de ser eu também. E pensar que pensaria o mesmo que tu. Que não permitiria o mesmo que tu. Are we bound out of obligation?(*) As empatias que podem nascer do nada. As dúvidas sobre essas mesmas empatias. Olha como estou agora e percebes o que quero dizer. Nunca se sabe. E é essa a questão. Esse eterno ponto de interrogação.

As eternas dúvidas. Testes, minha cara.

E releio as palavras do Sérgio. Segue o teu coração. Ele tem sempre razão.



i don't wanna think, i wanna feel.
(*) hail, hail. pearl jam.




2 comments:

Tati said...

é as situações que vêm para nos testarem e p nós aprenderms e intensificarms a relaçao...é nrmal.
claro q as vxs certas coisas acntecem e pssoas acabam mas eu acredito q n maioria desses casos essas pssoas ñ eram meant to be

xary said...

parece inevitável metermo-nos nos pés dos outros e reviver a situação como se fosse nossa. talvez até para ganhar a compreensão pelos sentimentos do outro. e é assustador em certos casos (neste, por exemplo). mas falar afasta os fantasmas. estanca o veneno. deveria expulsá-lo mas por enquanto isso não consegue. o sangue não é forte suficiente. mas há-de ser. e o que tem de ser irá sobreviver, prosperar. não nos perdemos no caminho é o mais importante.
o coração engana e manda dicas. ainda não consigo decifrá-las correctamente.

coisa parva mesmo.

(também assim o espero)

beijo grande*

thank you