Saturday, April 22, 2006

What to call it...?

A ler e comentar o post dela, (já viste que é o segundo post que me inspiras?? hehe) pensei que não há nome para essas coisas. São apenas coisas coisas instictivas mesmo. É que garanto-te que não pensei uma única vez. Quando li as palavras dele, a única coisa que me passou pela cabeça foi sim, vem... foi imediato. Só depois, parei para pensar no que tinha acabado de fazer. Mas tal como escrevi no teu comentário, não me arrependo minimamente. Não me arrependo mesmo nada.

Chamaste-lhes momentos arriscados. E sim, eu corri mesmo um risco muito grande. Mas como te disse, fui movida por algo que pareceu comandar-me. Primeiro foi ele vir. Não pensei. Vem, foi a única coisa em que pensei. E quando ele disse que não sabia o caminho, tremi. Eu explico, pensei. Metro por metro. Tremia. Mas vem, pensei. E quando ele disse que vinha, não me segurei no banco. Não parei de andar de um lado para o outro. Entendes?

E o segundo convite da noite... sem pensar também. Queres? disse ele. 'Bora. disse eu. Foi assim, entendes? Aceitando todos os riscos e fui. Sim, arriscado. Muito mesmo. Mas eu tinha que ir. E pensar no que perderia se não fosse, só me faz ter (ainda) mais certezas que fiz a coisa certa. E foi a forma automática como aconteceu que me fez perceber que se calhar aquilo até era capaz de ser uma coisa (muito) especial.

E disseste ontem qualquer coisa como: Nao achas que está tudo a ir depressa demais? Quando as coisas vão muito rápido, eu tendo a pôr um travão nelas. Ok, eu sei que se calhar não foram bem estas as tuas palavras, mas a ideia está cá!! E sim, disse-te eu. As coisas avançaram a uma velocidade enorme mesmo. Mas travá-las? Perder estes momentos todos? Epah, não. Ora aí está uma coisa que não quero mesmo fazer. Esta velocidade não me assusta, porque foi natural, percebes? Foi apenas acontecendo. Ninguém acelererou e ninguém vai travar.

Esta história tem o seu próprio ritmo.

E olha que eu ouvi tantos nomes! Mas achas que me importei? Nem um pouco. Porque eu não parava de sorrir com o que tinha feito e com a alegria que tudo aquilo me trazia (traz).

Se não for agora, é quando? Quando for tarde de mais? Nem pensar...

Esta janela foi feita para ser pulada. Dantes levava-me para o meu quintal, para a casa verde ou para a casa azul. Agora leva-me também para os teus braços.

E cada vez gosto mais da minha janela.




4 comments:

joana said...

é cm ja disse à tati, odeio msgs codificadas! tenho smp medo de meter a pata na poça!

sim, as coisas foram rapidas, mas eu seria a ultima pessoa a dizer-te para abrandares! (axo k percebes pk), apenas pa teres cuidado...com o k? n sei, mas é smp bom estar alerta, especialmente de noite (fobias!)

"Esta janela foi feita para ser pulada. Dantes levava-me para o meu quintal, para a casa verde ou para a casa azul. Agora leva-me também para os teus braços." - adorei esta parte! não consigo xplicar pk, mas axo linda...td o post é lindo (se eu percebi td!)

bjs***************************

Tati said...

concordo c a joana, o post tá muito lindo...é o amor!
sim tu e a tua janela ja tinham uma relação especial..agr entao!
a minha parte favorita tb é a mma da joana!
no more comments just continue living love!

Ana said...

Hello!! É a 1a vez q deixo um coment... mas quero que saibas q o leio frequentemente e que o acho lindo... quer me a mim parecer(sem certezas) que esta foi a nossa conversa ;)... quero q saibas q o q queria realmente dzr é q admiro o q fizeste (pq eu provavelmente n o faria) e que acho que és uma rapariga mt corajosa :)

sancie said...

LOL

u crazy gal;)

U're just lucky u live on the ground floor

LOL

(yes, i know, the funnyness of me!...:D)