Thursday, August 31, 2006

: )



quando as mãos se separam abraça-se a memória



4 comments:

anokas said...

q coisa bonita que tu escreveste, my love, my moon. E como não ando minimamente inspirada deixo um beijo e algo que não fui eu que escrevi mas sim o José Luís Peixoto e é so para ti =)

"eu sentia que as palavras que podia dizer
eram ridículas. eu acreditava que nascem lugares
para o amor e que, nesses jardins etéreos,
a salvação é uma brisa que cai sobre o rosto
suavemente."

Estamos a falar de amor, portanto acho q faz sentido e se nao fizer azar! Luv~*

xary said...

abraça-se o que se puder, o que estiver mais perto de nós.

e josé luis peixoto é aquele auge, também as suas palavras são como jardins etéreos :)

beijo grande*

eli said...

pronto, como já disseram tudo,só posso dizer que concordo ctg. e viva o amor e as memórias. ;o)
bjinhos

joana said...

"abraça-se o que se puder, o que estiver mais perto de nós." ... coff coff... lol! :P

ai ai... e por vezes só a memoria já nos deixa sem folego... já nos enche o peito de felicidade, mesmo com o peso da ausencia...

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